Canil Andmon Pugs
O melhor canil em criação de Pugs. www.andmonpugs.com.br
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Leishmaniose, proteja seu amigo.
Leishmaniose
Na ultima sexta feira dia 25/02/2011 a Secretaria de Saúde realizou o Fórum sobre Leishmaniose o Evento teve como parceria a Unimar e apoio do Conselho Regional de Medicina Veterinária.
O evento totalizou cerca de 300 inscritos. Além dos profissionais da área, fórum também teve a presença de autoridades municipais e de representantes do Conselho Regional de Medicina Veterinária, incluindo o presidente da entidade, Francisco Cavalcanti de Almeida e o delegado regional e coordenador dos cursos de Zootecnia e Medicina Veterinária da Universidade de Marília (Unimar), Fábio Manhoso.
O Fórum é uma das ações previstas no Plano de Combate à Leishmaniose, definido no início de janeiro com objetivo de combater e evitar a disseminação da doença no município. No ano passado a Secretaria Municipal de Saúde registrou 20 casos de leishmaniose animal em Tupã.
O fórum teve o debates e palestras de vários membros respeitados como a Sra. professora Elma Pereira dos Santos Polegato (UNIMAR/CRMV-SP), que abordou o tema “Leishmaniose: A Doença no Homem e no Animal”, o Sr. professor Alessandre Hataka (UNIMAR/CRMV-SP) que veio com o tema “Técnicas de Diagnóstico na Leishmaniose Canina”, a palestra “Epidemiologia da Leishmaniose Canina no Estado de São Paulo”, que será ministrada pela especialista Luciana Hardt Gomes (CRMV/SP),o Sr. professor Silvio Arruda Vasconcellos (USP/CRMV-SP), que falou sobre o tema “A importância da Medicina Veterinária no Controle da Leishmaniose e seus Aspectos Éticos”.
Além do Fórum de Leishmaniose, que pretende atualizar o conhecimento dos profissionais da saúde com relação ao perfil da doença, a epidemiologia da leishmaniose no Estado de São Paulo a importância do médico veterinário e o aspecto ético que envolve o profissional a Secretaria Municipal de Saúde vem desenvolvendo outras ações para combater a doença.
O Plano de Combate à Leishmaniose inclui ainda capacitação da equipe técnica. Através de parceria com a Unimar e o Conselho Regional de Medicina Veterinária, todos os agentes que atuam na área de zoonoses tiveram a oportunidade de atualizar os conhecimentos tanto na parte teórica quanto prática, envolvendo conceitos básicos, desde a maneira correta de se conter o animal, passando pela aplicação de medicamentos e coleta de sangue para análise.
As ações da Secretaria Municipal de Saúde devem incluir ainda a realização do mutirão de castração, que será realizado ainda neste primeiro semestre e a conscientização da população sobre a responsabilidade de cada morador no combate à leishmaniose, doença que pode ser fatal.
O objetivo do Plano de Combate à Leishmaniose é mobilizar toda a sociedade no combate à doença, mobilizando não só o poder público, mas também as associações de classe, iniciativa privada e principalmente a população.
A exemplo da dengue, a maior responsabilidade no combate à leishmaniose cabe à população, já que somente com o envolvimento dos moradores é que será possível acabar com o mosquito transmissor da doença. Sem o mosquito Palha ou Birigui, que já está sendo encontrado na cidade, não há possibilidade de contaminação dos animais e conseqüentemente contaminação em humanos.
Maiores informações: http://diganaoaleishmaniose.blogspot.com/
http://www.marliassessoria.blogspot.com/
Pugs Andmon, só quem tem sabe o que é ter um.
Visite nosso site: www.andmonpugs.com.br
Imagem http://diganaoaleishmaniose.blogspot.com/
Leishmaniose
Na ultima sexta feira dia 25/02/2011 a Secretaria de Saúde realizou o Fórum sobre Leishmaniose o Evento teve como parceria a Unimar e apoio do Conselho Regional de Medicina Veterinária.
O evento totalizou cerca de 300 inscritos. Além dos profissionais da área, fórum também teve a presença de autoridades municipais e de representantes do Conselho Regional de Medicina Veterinária, incluindo o presidente da entidade, Francisco Cavalcanti de Almeida e o delegado regional e coordenador dos cursos de Zootecnia e Medicina Veterinária da Universidade de Marília (Unimar), Fábio Manhoso.
O Fórum é uma das ações previstas no Plano de Combate à Leishmaniose, definido no início de janeiro com objetivo de combater e evitar a disseminação da doença no município. No ano passado a Secretaria Municipal de Saúde registrou 20 casos de leishmaniose animal em Tupã.
O fórum teve o debates e palestras de vários membros respeitados como a Sra. professora Elma Pereira dos Santos Polegato (UNIMAR/CRMV-SP), que abordou o tema “Leishmaniose: A Doença no Homem e no Animal”, o Sr. professor Alessandre Hataka (UNIMAR/CRMV-SP) que veio com o tema “Técnicas de Diagnóstico na Leishmaniose Canina”, a palestra “Epidemiologia da Leishmaniose Canina no Estado de São Paulo”, que será ministrada pela especialista Luciana Hardt Gomes (CRMV/SP),o Sr. professor Silvio Arruda Vasconcellos (USP/CRMV-SP), que falou sobre o tema “A importância da Medicina Veterinária no Controle da Leishmaniose e seus Aspectos Éticos”.
Além do Fórum de Leishmaniose, que pretende atualizar o conhecimento dos profissionais da saúde com relação ao perfil da doença, a epidemiologia da leishmaniose no Estado de São Paulo a importância do médico veterinário e o aspecto ético que envolve o profissional a Secretaria Municipal de Saúde vem desenvolvendo outras ações para combater a doença.
O Plano de Combate à Leishmaniose inclui ainda capacitação da equipe técnica. Através de parceria com a Unimar e o Conselho Regional de Medicina Veterinária, todos os agentes que atuam na área de zoonoses tiveram a oportunidade de atualizar os conhecimentos tanto na parte teórica quanto prática, envolvendo conceitos básicos, desde a maneira correta de se conter o animal, passando pela aplicação de medicamentos e coleta de sangue para análise.
As ações da Secretaria Municipal de Saúde devem incluir ainda a realização do mutirão de castração, que será realizado ainda neste primeiro semestre e a conscientização da população sobre a responsabilidade de cada morador no combate à leishmaniose, doença que pode ser fatal.
O objetivo do Plano de Combate à Leishmaniose é mobilizar toda a sociedade no combate à doença, mobilizando não só o poder público, mas também as associações de classe, iniciativa privada e principalmente a população.
A exemplo da dengue, a maior responsabilidade no combate à leishmaniose cabe à população, já que somente com o envolvimento dos moradores é que será possível acabar com o mosquito transmissor da doença. Sem o mosquito Palha ou Birigui, que já está sendo encontrado na cidade, não há possibilidade de contaminação dos animais e conseqüentemente contaminação em humanos.
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Animais que ajudam em cura de doenças
Pugs Andmon, só quem tem sabe o que é ter um.
Cãozinho da raça Pug, ajuda jovem a vencer câncer linfático: Nos dias mais difíceis do tratamento, Nick, da raça pug, era a ligação da estudante com o mundo sem sofrimento.
A estudante Caroline Rachel de Oliveira faz o convite que todo cachorro adora: “Vamos passear?”. E lá vai Nick, um cãozinho da raça pug com cara de bravo. Só cara. O bicho é curioso e muito engraçado. Ele senta, deita, faz cara de triste, rola, se finge de morto, demonstra estar com fome. Tudo isso por um petisco. E tem mais: Nick ainda dá tchauzinho. Carol ensinou tudo sozinha para ele.
A história de Carol e Nick é muito bonita, mas começa de um jeito triste. Ela é filha única de um casal de médicos. A doutora Mery Gonzaga De Oliveira se lembra bem daquele Dia das Mães do ano de 2005. Foi quando chegou a notícia de que a filha estava com uma doença grave.
“Ela perguntava se eu tinha algum diagnóstico e não queria falar. Eu dizia que havia algumas suspeitas, mas que íamos esperar os resultados para ter uma certeza. Não era a minha área, estávamos dependendo de outros médicos para chegar a uma conclusão. Então, ela pediu para eu responder apenas uma coisa: 'O tratamento para o que você imagina que eu tenha vai me fazer perder cabelo?'. Eu disse que ia. Ela assumiu bem isso. Foi muito valente”, lembra a mãe de Carol.
A família feliz, com uma vida tranquila, viu o mundo desabar do dia para a noite. Logo começaram as sessões de quimioterapia e radioterapia, que levaram um ano e meio. Mas um remédio fez toda a diferença durante o tratamento: o amor dos pais e de um amigo especial, cheio de energia e de carinho para dar. Esse amigão é Nick, que ajudou Carol a enfrentar um câncer linfático.
Naqueles dias difíceis, dolorosos, o pug era a ligação da menina com o mundo sem sofrimento.
“Isso me ajudou a superar a fase difícil da doença porque eu me entretinha, não ficava pensando em coisas ruins, como o tratamento em si. Eu pensava em como adestrar o Nick. Fiquei meio obsessiva. Pode não ser muito saudável, mas na época me ajudou muito. Na época, foi saudável porque eu estava precisando”, conta Carol.
Então, foi uma troca: nesse um ano e meio, Carol ganhou atenção exclusiva do amigo que chegou filhotinho e ele aprendeu um montão de truques com ela.
“Foi um amigo que me ajudou muito na época. Eu não podia ir para a escola porque estava com a imunidade muito baixa em virtude da quimioterapia. Então, ele me fez muita companhia. Companhia que os amigos acabaram não fazendo porque eu não podia ir para a escola, não podia ter muito contato com as pessoas, sob o risco de pegar alguma doença que atrapalharia o tratamento. Ele me fez muita companhia. Ficava comigo o tempo todo. Foi um amigo fiel, sempre abanando o rabo, disposto a aprender uma coisa que eu inventava”, diz Carol.
Nick foi mesmo um santo remédio. Quem receitou foi o doutor Vicente Odone Filho, oncologista respeitado internacionalmente e médico da menina.
“No caso específico da Carol, sentimos que ela esperava receber um cachorrinho e o surgimento da doença pôs em cheque aquela expectativa. Ela ficou doente e talvez não pudesse ter o animal. Saber que ela podia tê-lo foi uma grande alegria para ela e representou um sentido de participação, de normalidade, de atividade, da vida que ela gosta de ter. Foi absolutamente fantástico. Eu acho que isso é reproduzido em todas as crianças que vivenciam esse tipo de experiência. É algo que eu estou plenamente convencido de que só faz bem no tratamento dessas doenças tão graves”, afirma o médico.
O que o doutor não imaginava é que esses dois iam se dar tão bem! Nos momentos mais complicados do tratamento parecia até que Nick entendia o que estava acontecendo.
“Se ele a visse chorar, ficava meio apavorado. Ele é tranquilão, está sempre deitadinho. Mas quando ela chorava, ele ficava agitado e andava de um lado para o outro, preocupado, querendo fazer alguma coisa. Ele dava essa sensação. Ele olhava muito para mim e, em seguida, para ela. Dava a impressão de que ele queria que fizéssemos alguma coisa porque ela estava chorando. Ele percebia que ela não estava se sentindo bem. Era incrível como ele demonstrava isso”, conta a mãe de Carol.
“De alguma forma, eu acho que ele entendia que eu precisava dele ao meu lado, me fazendo companhia. Então, ele estava lá. Não significa que ele entendesse assim”, diz Carol.
Doutora Mary é ginecologista e admite que Nick é responsável – em grande parte – pelo bem-estar e pela cura da filha. “Ela ficava feliz, estava sempre brincando, sorrindo, criando coisas com ele. O tempo passava, e conseguíamos adiantar o tratamento, porque ela estava com uma cabecinha boa, feliz, sem depressão, sem chorar. Lógico que ela tinha que estar mal em alguns períodos quando sentia dor. Ela decaía um pouquinho, mas ele estava sempre ali”, lembra.
E assim essa história teve um final feliz. Carol, que ficou doente aos 14 anos, venceu o câncer. E Nick, com jeito "simpaticão" e fiel, conquistou para sempre um lugar na vida da família.
“Nem sei como encontrar uma palavra para descrever o Nick. Ele é perfeito para mim, sempre foi”, define Carol.
“Tenho uma dívida de gratidão imensa com ele, porque eu via que ele conseguia alegrar a minha filha. Nas piores horas, ele estava ali. É engraçado como a família toda participou disso: minha mãe, minha irmã, minhas sobrinhas. Todo mundo tem um carinho muito especial por ele. Todo mundo tem esse sentimento de gratidão por ele”, conta a mãe de Carol.
Pugs Andmon, só quem tem sabe o que é ter um.
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Cão é capaz de farejar câncer de intestino, indica pesquisa
Cão é capaz de farejar câncer de intestino, indica pesquisa
Cão é capaz de farejar câncer de intestino, indica pesquisa feita em
01/02/2011.
Um cão labrador conseguiu detectar um câncer de intestino pelo cheiro do hálito e de amostras de fezes em uma pesquisa realizada no Japão. O estudo, publicado pela revista especializada Gut, indicou que o animal foi capaz de identificar a doença mesmo em suas fases iniciais.
Outras pesquisas já haviam sugerido anteriormente que os cães são capazes de farejar câncer de pele, de bexiga, de pulmão, de ovários e de mama. Acredita-se que a biologia do tumor inclui um cheiro distinto, e uma série de estudos já usou cachorros de varias raças como Pug, Pastor, Labrador, Goolden e outras raças para tentar detectá-los.
Os pesquisadores da Universidade Kyushu, no Japão, dizem que seria difícil e custoso usar cachorros em testes de rotina para detectar câncer, mas que o estudo poderia levar ao desenvolvimento de sensores eletrônicos no futuro.
Amostras
Na pesquisa, o cão da raça labrador que atende pelo nome de Marine, de oito anos, foi apresentado a cinco amostras, uma das quais era de um paciente com câncer e quatro de pessoas saudáveis. Nos testes com amostras de hálito o animal detectou a amostra com câncer em 33 de 36 vezes. Com as amostras de fezes, o cachorro acertou 37 das 38 vezes.
Mesmo o câncer de intestino em estágio inicial foi detectado, o que é conhecidamente difícil.
Segundo alguns estudos, os testes mais comuns para detectar câncer de intestino, que tentam identificar pequenas quantidades de sangue nas fezes, revelam apenas um em cada dez casos em estágio inicial.
“Pode ser difícil introduzir o julgamento do faro canino na prática clínica por conta do custo e do tempo necessário para o treinamento do cão. A habilidade do faro pode variar entre os cães e também no mesmo cão em dias diferentes”, afirma o coordenador do estudo, Hideto Sonoda.
Nariz eletrônico
Algumas pesquisas anteriores já indicaram o potencial de um “nariz canino eletrônico” para a realização de testes para identificar o câncer pelo cheiro. “O cheiro específico do câncer existe, mas os componentes químicos (que provocam o odor característico) não estão claros. Somente o cachorro conhece a resposta”, disse Sonoda à BBC.
“Por isso é necessário identificar os compostos orgânicos voláteis específicos detectados pelos cães para desenvolver um sensor precoce de câncer”, afirmou. Segundo ele, porém, o desenvolvimento de um sensor do tipo ainda vai exigir tempo e novas pesquisas.
RESERVE JÁ O SEU, ANDMON PUGS
visite nosso site: www.andmonpugs.com.br
Cão é capaz de farejar câncer de intestino, indica pesquisa feita em
01/02/2011.
Um cão labrador conseguiu detectar um câncer de intestino pelo cheiro do hálito e de amostras de fezes em uma pesquisa realizada no Japão. O estudo, publicado pela revista especializada Gut, indicou que o animal foi capaz de identificar a doença mesmo em suas fases iniciais.
Outras pesquisas já haviam sugerido anteriormente que os cães são capazes de farejar câncer de pele, de bexiga, de pulmão, de ovários e de mama. Acredita-se que a biologia do tumor inclui um cheiro distinto, e uma série de estudos já usou cachorros de varias raças como Pug, Pastor, Labrador, Goolden e outras raças para tentar detectá-los.
Os pesquisadores da Universidade Kyushu, no Japão, dizem que seria difícil e custoso usar cachorros em testes de rotina para detectar câncer, mas que o estudo poderia levar ao desenvolvimento de sensores eletrônicos no futuro.
Amostras
Na pesquisa, o cão da raça labrador que atende pelo nome de Marine, de oito anos, foi apresentado a cinco amostras, uma das quais era de um paciente com câncer e quatro de pessoas saudáveis. Nos testes com amostras de hálito o animal detectou a amostra com câncer em 33 de 36 vezes. Com as amostras de fezes, o cachorro acertou 37 das 38 vezes.
Mesmo o câncer de intestino em estágio inicial foi detectado, o que é conhecidamente difícil.
Segundo alguns estudos, os testes mais comuns para detectar câncer de intestino, que tentam identificar pequenas quantidades de sangue nas fezes, revelam apenas um em cada dez casos em estágio inicial.
“Pode ser difícil introduzir o julgamento do faro canino na prática clínica por conta do custo e do tempo necessário para o treinamento do cão. A habilidade do faro pode variar entre os cães e também no mesmo cão em dias diferentes”, afirma o coordenador do estudo, Hideto Sonoda.
Nariz eletrônico
Algumas pesquisas anteriores já indicaram o potencial de um “nariz canino eletrônico” para a realização de testes para identificar o câncer pelo cheiro. “O cheiro específico do câncer existe, mas os componentes químicos (que provocam o odor característico) não estão claros. Somente o cachorro conhece a resposta”, disse Sonoda à BBC.
“Por isso é necessário identificar os compostos orgânicos voláteis específicos detectados pelos cães para desenvolver um sensor precoce de câncer”, afirmou. Segundo ele, porém, o desenvolvimento de um sensor do tipo ainda vai exigir tempo e novas pesquisas.
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VENDE SE PUG
Se você decidiu por um cãozinho da raça Pug como seu companheiro, parabéns com certeza tera o melhor amigo, a melhor raça do mundo, porem nunca compre de um pet shop ou feira de filhotes ou de criadores que criam mais do que uma raça, pois com certeza você terá problemas futuros.
Pois, Pet Shops não está interessado na saúde nem proveniência do cãozinho e sim em lucro fácil, feiras de filhotes são verdadeiras armadilhas para pessoas e crianças amorosas que gostam de animais, o esquema é armado para que a pessoa compre por impulso e isso não é bom e criadores que criam mais do que duas não se importam com o cuida de cada animal, acabam fazendo de uma criação uma indústria.
Detalhes como este que no futuro fazem diferenças, pois mais tarde pode se arrepender prejudicando a si e ao filhote. Seja cauteloso antes de comprar um Pug (ou qualquer outro cão), pense bem.
Criadores responsáveis não participam dessas feiras, pois além do motivo já citado a cima, os filhotes passam por muito estresse e podem se contaminar com viroses ficarem desidratados e outras. Por tudo isso, sempre pense bem antes de optar por ter um cãozinho e procure um criador responsável, visite, converse com ele, procure orientação para então tomar sua decisão, procure saber o Maximo sobre a procedência do filhote, Lembre-se que seu cãozinho vai precisar muito de você e que o laço de amizade e cumplicidade vai durar em media 15 a 17 anos (no caso de um Pug).
Observe com atenção a origem de seu Pug.
O Pug é ótimo para quem mora em apartamento e/ou condomínio, pois ele se adapta super bem, não precisando de muito espaço, mas é necessário que você dê uma saída diária com ele. De preferência à tardinha quando está mais fresco. Isso ajudará na manutenção do seu peso evitando a obesidade, sem falar que eles adoram conhecer pessoas e outros animais, são muito sociáveis. Por isso essa saidinha diária é muito importante.
O Pug é ideal para crianças de qualquer facetaria de idade até mesmo idosos, o seu temperamento é extremamente dociu, jamais terá uma brincadeira agressiva ou brincadeiras de morder, uma raça indicadas por profissionais de saúde devidamente ter um curto pelo e ser uma das única raça a não ter odor.
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Pois, Pet Shops não está interessado na saúde nem proveniência do cãozinho e sim em lucro fácil, feiras de filhotes são verdadeiras armadilhas para pessoas e crianças amorosas que gostam de animais, o esquema é armado para que a pessoa compre por impulso e isso não é bom e criadores que criam mais do que duas não se importam com o cuida de cada animal, acabam fazendo de uma criação uma indústria.
Detalhes como este que no futuro fazem diferenças, pois mais tarde pode se arrepender prejudicando a si e ao filhote. Seja cauteloso antes de comprar um Pug (ou qualquer outro cão), pense bem.
Criadores responsáveis não participam dessas feiras, pois além do motivo já citado a cima, os filhotes passam por muito estresse e podem se contaminar com viroses ficarem desidratados e outras. Por tudo isso, sempre pense bem antes de optar por ter um cãozinho e procure um criador responsável, visite, converse com ele, procure orientação para então tomar sua decisão, procure saber o Maximo sobre a procedência do filhote, Lembre-se que seu cãozinho vai precisar muito de você e que o laço de amizade e cumplicidade vai durar em media 15 a 17 anos (no caso de um Pug).
Observe com atenção a origem de seu Pug.
O Pug é ótimo para quem mora em apartamento e/ou condomínio, pois ele se adapta super bem, não precisando de muito espaço, mas é necessário que você dê uma saída diária com ele. De preferência à tardinha quando está mais fresco. Isso ajudará na manutenção do seu peso evitando a obesidade, sem falar que eles adoram conhecer pessoas e outros animais, são muito sociáveis. Por isso essa saidinha diária é muito importante.
O Pug é ideal para crianças de qualquer facetaria de idade até mesmo idosos, o seu temperamento é extremamente dociu, jamais terá uma brincadeira agressiva ou brincadeiras de morder, uma raça indicadas por profissionais de saúde devidamente ter um curto pelo e ser uma das única raça a não ter odor.
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Pugs de Famosos
Jorge Amado e sua paixão por Pug
Pugs Andmon, só quem tem sabe o que é ter um
Difícil resistir ao encantamento produzido pelo Pug. Nem mesmo o padrão oficial da raça escapou à paixão que ele provoca. Basta ler um trecho daquele documento e sentir o poder de sedução desse conquistador. "Sua expressão é doce e alerta quando excitado, os olhos parecem cheios de fogo", descreveram os ingleses que elaboraram o texto, deixando transparecer a intensidade de seus sentimentos.
Jorge Amado que o diga! Todas as manhãs, o escritor, um dos maiores da literatura brasileira na atualidade, é acordado por um festeiro Pug. Seu nome - Fadul Abdala - é o mesmo do personagem dos livros Tocaia Grande e Descoberta da América pelos Turcos, em homenagem ao fato de ter chegado à casa de Jorge e de sua mulher, Zélia Gattai, em Salvador, no mesmo dia em que a obra era lançada. "É só abrir a porta do quarto que o Fadul corre para mim", revela ela. "Quando digo 'vai dar bom dia ao vovô' Fadul salta sobre a cama, chamando o Jorge."
A paixão do casal Amado pela raça é antiga: Fadul, que acaba de completar um ano, é o terceiro Pug deles. "Conhecemos a raça há mais de 20 anos, na Europa, onde era comum ver senhoras passeando com Pugs pela Côte d'Azur e por Londres. Achamos os cães bonitos e carismáticos e um amigo em Londres dizia serem adoráveis e de ótimo caráter", lembra Zélia. "Não resistimos e pedimos para nos mandar um para o Brasil", conta ela, demonstrando que o Pug não só cativa, mas também conquista corações. Assim, nos anos 70, chegou o primeiro Pug do casal, Mr. Pickwick, seguido por uma fêmea para lhe fazer companhia, Capitu. Ambos foram campeões em várias exposições e tiveram muitas crias durante os dez anos vividos com a família.
O companheirismo da raça é exaltado com entusiasmo por seus admiradores. Os Pugs do Duque de Windsor - cuja paixão pela raça era notória -, por exemplo, eram tão ligados ao nobre dono a ponto de dormirem em sua cama. "O Pug é o cão mais companheiro que tivemos, dificilmente desgruda", garante Zélia Gattai, que com Jorge Amado já teve um Fox Terrier e um Boxer.
"Acompanha quietinho o dono aonde vai, sem ficar pedindo atenção como o meu Poodle", compara Solange. "Se você anda, ele anda também. Se você senta no sofá, ele senta ao seu lado ou aos seus pés.
Está sempre perto de alguém, seja ou não o dono", explica Zélia Gattai,
Excetuando-se a disputa pelo dono, o relacionamento entre os Pugs, mesmo com outras raças ou animais, é totalmente afetuoso. "Muitos cães, se acostumados desde filhotes, se dão bem com outras raças. Mas o Pug tem uma tendência maior de aceitação mesmo se adulto. Os meus brincam com os Poodles e os gatos e, depois, dormem junto deles", relata ela.
O Pug também é extremamente sociável, mesmo com pessoas desconhecidas, e reage com tranqüilidade em novos ambientes.
O Pug é uma das melhores raças para se ter, não se requer muito espaços, uma raça indicada para ajudar no desenvolvimento de crianças, à tempos antigos somente Condes Duques e Duquesas, Príncipes e Alta sociedade tinha esta raça, a um parâmetro com a atualidade ainda hoje a raça é considerada extremante nobre, e ainda é bem vista como símbolo de poder, status para alguns e paixão por outros, segundo o criador “Andrey Virgilio” proprietário do Canil Andmon Pugs, diz que, Você ainda não viveu até ter um Pug Andmon em sua vida, pois só quem tem sabe o que é ter um.
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Pugs Andmon, só quem tem sabe o que é ter um
Difícil resistir ao encantamento produzido pelo Pug. Nem mesmo o padrão oficial da raça escapou à paixão que ele provoca. Basta ler um trecho daquele documento e sentir o poder de sedução desse conquistador. "Sua expressão é doce e alerta quando excitado, os olhos parecem cheios de fogo", descreveram os ingleses que elaboraram o texto, deixando transparecer a intensidade de seus sentimentos.
Jorge Amado que o diga! Todas as manhãs, o escritor, um dos maiores da literatura brasileira na atualidade, é acordado por um festeiro Pug. Seu nome - Fadul Abdala - é o mesmo do personagem dos livros Tocaia Grande e Descoberta da América pelos Turcos, em homenagem ao fato de ter chegado à casa de Jorge e de sua mulher, Zélia Gattai, em Salvador, no mesmo dia em que a obra era lançada. "É só abrir a porta do quarto que o Fadul corre para mim", revela ela. "Quando digo 'vai dar bom dia ao vovô' Fadul salta sobre a cama, chamando o Jorge."
A paixão do casal Amado pela raça é antiga: Fadul, que acaba de completar um ano, é o terceiro Pug deles. "Conhecemos a raça há mais de 20 anos, na Europa, onde era comum ver senhoras passeando com Pugs pela Côte d'Azur e por Londres. Achamos os cães bonitos e carismáticos e um amigo em Londres dizia serem adoráveis e de ótimo caráter", lembra Zélia. "Não resistimos e pedimos para nos mandar um para o Brasil", conta ela, demonstrando que o Pug não só cativa, mas também conquista corações. Assim, nos anos 70, chegou o primeiro Pug do casal, Mr. Pickwick, seguido por uma fêmea para lhe fazer companhia, Capitu. Ambos foram campeões em várias exposições e tiveram muitas crias durante os dez anos vividos com a família.
O companheirismo da raça é exaltado com entusiasmo por seus admiradores. Os Pugs do Duque de Windsor - cuja paixão pela raça era notória -, por exemplo, eram tão ligados ao nobre dono a ponto de dormirem em sua cama. "O Pug é o cão mais companheiro que tivemos, dificilmente desgruda", garante Zélia Gattai, que com Jorge Amado já teve um Fox Terrier e um Boxer.
"Acompanha quietinho o dono aonde vai, sem ficar pedindo atenção como o meu Poodle", compara Solange. "Se você anda, ele anda também. Se você senta no sofá, ele senta ao seu lado ou aos seus pés.
Está sempre perto de alguém, seja ou não o dono", explica Zélia Gattai,
Excetuando-se a disputa pelo dono, o relacionamento entre os Pugs, mesmo com outras raças ou animais, é totalmente afetuoso. "Muitos cães, se acostumados desde filhotes, se dão bem com outras raças. Mas o Pug tem uma tendência maior de aceitação mesmo se adulto. Os meus brincam com os Poodles e os gatos e, depois, dormem junto deles", relata ela.
O Pug também é extremamente sociável, mesmo com pessoas desconhecidas, e reage com tranqüilidade em novos ambientes.
O Pug é uma das melhores raças para se ter, não se requer muito espaços, uma raça indicada para ajudar no desenvolvimento de crianças, à tempos antigos somente Condes Duques e Duquesas, Príncipes e Alta sociedade tinha esta raça, a um parâmetro com a atualidade ainda hoje a raça é considerada extremante nobre, e ainda é bem vista como símbolo de poder, status para alguns e paixão por outros, segundo o criador “Andrey Virgilio” proprietário do Canil Andmon Pugs, diz que, Você ainda não viveu até ter um Pug Andmon em sua vida, pois só quem tem sabe o que é ter um.
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